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Saturday,Sep 10 2005, 03:41:54 PMCuriosidades dos anos 1600 a 1700

- Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o sumptuoso
palácio não tem banheiros. Na Idade Média, não existiam dentifrícios ou
escovas de dente, perfumes, desodorizantes, muitos menos papel higiénico.
As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.
Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para
1.500 pessoas, sem a mínima higiene.
 
- Vemos, nos filmes de hoje, as pessoas sendo abanadas. A explicação não
está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que
propositadamente eram feitas para conter o odor das partes íntimas, já que
não havia higiene).  Também não havia o
 costume de se tomar banho devido
ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado
pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o
mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de, também, espantar os
insectos. Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes
e belos que, na época, não eram só contemplados, mas "usados" como
vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque
não existia banheiro.
 
- Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de Junho
 (para eles, o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano
era tomado em Maio; assim, em Junho, o cheiro das pessoas ainda era
tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar,
as noivas carregavam bouquetes de flores, junto ao corpo, para disfarçar
o mau cheiro. Daí termos Maio como o "mês das noivas" e a origem do
bouquet de noiva explicada.
 
- Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.
O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.
Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem
de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebés
eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina
já estava tão suja que era possível "perder" um bebé lá dentro. É por isso
que
 existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water",
ou seja, literalmente, "não jogue fora o bebé junto com a água do banho",
que hoje usamos para os mais apressadinhos.
 
- O telhado das casas não tinha forro e as vigas de madeira que os
sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e
besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais
a pularem para o chão. Assim, a expressão "está chovendo canivete" tem
o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" (está chovendo
gatos e cachorros).
 
- Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos
de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse
envenenada (lembremo-nos de que os
 hábitos higiénicos, da época, eram
péssimos). Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito
tempo, venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja
ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa
espécie de narcolepsia, induzida pela mistura da bebida alcoólica com
óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que
ele estivesse morto e, assim, recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo
era, então, colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família
ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o
morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
 
- A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se 
enterrarem todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos
retirados e postos em
ossários e o túmulo utilizado para outro cadáver.
Às vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas
tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade,
tinha sido enterrado vivo. Surgiu, assim, a ideia de, ao se fechar o caixão,
amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão
e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado
do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de
seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo
pelo gongo", expressão usada por nós até os dias de hoje.

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Thursday,Sep 8 2005, 12:04:51 PMDiário de um padre

Eu estava tão nervoso na minha primeira missa, que no sermão não conseguia
falar. Antes da segunda missa, dirigi-me ao Bispo e perguntei como devia
fazer para relaxar. Este, por sua vez, recomendou-me o seguinte:
Coloque umas gotinhas de vodka na água, vai ver que da próxima vez
estará mais relaxado. ...

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Wednesday,Sep 7 2005, 05:41:13 PMDETECTOR DE GAYS

SIMTOMA NÍVEL GAY OBSERVAÇÕES

Chegar aos trinta anos e não ter barriga.
De certeza que é gay.
Desnecessárias ...

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